Poderia dividir a atual postagem em trechos pequenos, expondo alguma vaga opinião pessoal sobre alguns assuntos. É, farei isso, logo abaixo.
1) Brasil: já dispus neste blog.
2) Religião: basta seguir a Constituição. Sobre a religiosidade em si, ela é valiosa para quem sabe dar valor a ela.
3) Política: não é só a política partidária. Quanto a alguma ideologia, talvez o Brasil precise particularizar melhor para sua própria terra e tempo alguma que valha ao invés de meramente aplicar realidades que não são nossas por inteiro.
4) Partido dos Trabalhadores: assunto de muitas paixões para diversas pessoas que, normalmente, após uma discussão, esquecem do assunto. Para mim, é como qualquer partido deste país.
5) PSDB: como qualquer partido deste país.
6) Brasília: uma distante terra de fantasias, muito mais fantasiosa que o Rio de Janeiro.
7) Racismo: o pior tipo é aquele internalizado pelas pessoas de "boa intenção". Pois, ao menos, às de má se expressam de tal forma que são facilmente detectadas e delimitáveis, sem ambiguidades desagradáveis.
8) Questão homossexual: fica para o Estado e parte da sociedade resolver, se quiser resolver o que quer que seja. A democracia é o que proporciona o padrão final de um longo e tenso embate de forças, e não meramente o que sai de uma liderança X ou Y, seja ela pró, contra ou o que for.
9) Questão de gênero (masculino e feminino): ao menos para a adoção ou criação comum de filhos, as mulheres e os casais são preferíveis, na minha humilde opinião. Nós, homens, somos menos preferíveis para isso, ainda que haja honrosas exceções e que devem ser respeitadas (até porque um pai solteiro pode estar lendo isto aqui, e o sujeito ser mesmo um excelente pai). Sobre os gêneros em geral, sem divagar demais, o pior machismo é como o pior racismo: é aquele que parte dos supostamente bem intencionados. Nada deveria ser instrumentalizado, nem mesmo a título de "discriminação positiva".
10) Romance: superior à cópula e inferior ao amor.
11) Questão manicomial: desde que os pacientes não sejam abandonados, largados e mal-tratados, se necessário deve haver muitos leitos sobrando e constante fiscalização do Estado e da sociedade civil.
12) Celebridades: dividem-se em políticos (parte deles), artistas, alguns empresários, ex-artistas, ex-políticos, ex-artistas e atuais políticos, políticos-artistas, artistas que fazem política etc. Salvo as boas exceções, quando militam sobre algo ou acham que militam, quando tentam representar "a voz da razão", parecem apenas com aqueles adolescentes com "opiniões fixas" sobre algum assunto, elevando a voz e fazendo-se de importante, muito mais por uma questão de auto-estima. Representam vagos aspectos da população, mas não representam verdadeiramente o que eu chamo de "povo anônimo". Falam para os seus próprios ouvintes e para eles mesmos. Seu valor é superestimado, salvo naquilo que sabem fazer bem (e mesmo assim, no caso dos artistas, quando são muito bons em suas artes).
13) Rede Globo: depois de uma fase de unanimidade (ou de aparente unanimidade), entrou no cenário do mundo real e competitivo. É mais uma TV aberta. Não existem "monstros sagrados".
14) Guerras mundiais: é uma temática difícil e valorosa. Mas, não sou ligado ou descendente de nenhuma das partes envolvidas na Primeira nem na Segunda Guerra. As guerras que mais destroem ainda são aquelas silenciosas, que recebem pouca ou nenhuma atenção (geralmente nem são guerras, mas apenas massacres com o nome "eufemizado" de guerras).
15) Amor: não é sexual nem romântico. É familiar, religioso e/ou, simplesmente, lúcido e racional com um toque de paixão (que nem é sexual nem romântica).
16) Sobrenatural: o que há se trata, apenas, do "natural" não descoberto ou não entendido, ou cujo entendimento não se tornou ainda popular e relativizado.
17) Teísmo e Ateísmo: sou teísta (por favor, sem o "a" antes). Como muitos (sim, há muitos assim), espero ainda me tornar verdadeiramente católico. Não seria honesto, hoje, me considerar verdadeiramente como tal. Mas, isso não interessa dispor aqui. O que interessa é que, seja o sujeito ateu ou teísta, que tenha sempre uma dose saudável de ceticismo sobre suas crenças e descrenças.
18) O Mal: o verdadeiro mal é uma forma de loucura (ainda que não seja doença mental propriamente). Parte de um largo momento, ou de toda uma vida, sem que o indivíduo seja cético quanto a tudo aquilo que considera "óbvio e instrumentalizável". Também é confundido com acidentes da natureza, etc.
19) Reencarnação: não acredito.
20) Vida após a morte: acredito, mas sem a mente ou a identidade que possuo ou que qualquer um possua no decorrer de sua vida adulta. De uma certa forma, a morte do "eu atual" sempre ocorrerá, em prol de um eu mais verdadeiro.
21) Melhor livro que li: diversos.
22) Autores preferidos: alguns.
23) Heróis: nenhum.
24) Computador: MSX.
25) Cultura admirável: o aspecto do esforço por si próprio existente na cultura japonesa.
Assinado: João Batista Firmino Júnior.


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