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sexta-feira, 23 de maio de 2014

Bons Livros

A escolha é variada.

Não estou em condições agora de escrever resenhas. É preciso paciência e meticulosidade. Mas, posso resumir mais ou menos sobre uma pequena parte do que já andei lendo.

Também não vou dispor dados exatos de livros, apenas aproximações.

Falando de obras de poetas brasileiros, recomendo qualquer coletânea de Mário Quintana. Reconheço que o poeta do livro "EU" é aquele que representa bem a Paraíba, meu estado, mas o que interessa é gosto pessoal e não "estadualismo", "nacionalismo" ou "bairrismo". Ainda farei uma coleção de todos os poemas originais desse escritor, para minha diminuta biblioteca.

Da ficção-científica, a variedade é maior. Creio que a obra que mais aproveitei foi O FIM DA ETERNIDADE, de Asimov. Outra interessante, mas de leitura um pouco mais complicada, é a ALÉM DO HUMANO, de Sturgeon.

"O fim da eternidade" é basicamente sobre viagens no Tempo, ciclos intermináveis e sua quebra, ao redor do sonho humano de sair da Terra e dominar todo o cosmos, que, quando limitado, causa inúmeros problemas em todas as épocas.

"Além do humano", admito, é uma obra que não li de frente para trás, linearmente. Já na década de 1950, na época do lançamento original do livro, havia o conceito de grupo de mutantes com determinadas habilidades cujo enfoque estava menos em uma eventual paranormalidade e mais na estranheza em si desses personagens em relação ao mundo e seu rico universo psicológico.

Quanto ao gênero Terror, flertando com a ficção-científica, está A CASA NEGRA, de Stephen King e Peter Straub. Muito bom o livro. Todo o ápice naquela casa mal-assombrada em meio a uma floresta, distante de tudo e de todos, com exceção dos estranhos seres que lá habitam, incluindo, entre eles, um serial killer. Só achei fantasioso o final.

Em termos de "novelões", apreciei bastante o BAÍA DE CHEASEPEAKE, cujo nome do autor não me recordo agora, contando o desenrolar de séculos na vida de três famílias americanas na fictícia Ilha de Devon. São os Turloks, os Paxmore e os Steed.

Em termos épicos, aprecio o que estou lendo hoje, a coletânea arthuriana (ou morganiana) de Marion Zimmer Bradley. Achei o início lento, mas as coisas foram avançando já no primeiro dos quatro livros.

Por fim, em termos de séries literárias mais extensas, só conheço uma ainda em vigor desde o início da década de 1960, a série PERRY RHODAN. O conjunto da obra é excelente, com variações, mas, como disse, uma boa média.

Há outros, tantos outros. Mas, não vou lembrar de tudo agora, muito menos dos detalhes. O que falta, no meu caso, é conseguir escrever.

Assinado: João Batista Firmino Júnior.


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