
quarta-feira, 20 de novembro de 2013
Política Nacional
[Que vergonha. Agora que percebi, e digo isso antes de começar a escrever, que... a titulação do presente blog existe numa seção acima deste espaço de digitação. Sempre fui escrevendo o título na parte do "corpo" do texto.]
Bem, o que quero escrever aqui? Não entendo absolutamente nada do funcionamento e das doutrinas, bem como das interpretações e da própria letra da lei; não entendo absolutamente nada do processo legislativo; e o que tenho em mente sobre o Poder Executivo não passa da 8.112.
Sei, porém que, ao menos para mim, será extremamente complicado o voto em 2014. Eu penso que poderia haver, ao menos, mais candidatos. Porém, candidatos de origens ideológicas realmente diferentes. Não se trata de ser "de centro" ou de "estar em cima de muro", mas de construir ou a) novas interpretações das velhas Esquerda e Direita Brasileiras ou b) encontrar novos caminhos (desde que sejam transparentes, para que não estejamos apoiando algo no escuro, sem sabermos exatamente o que esses "terceiros" realmente são ou pensam).
Enfim, que concebamos um "muro", divisor de ideologias, não como um retângulo de certa espessura, dividindo apenas dois lados; mas um "muro-coluna", circular, sendo dele derivados diversas fronteiras (para não misturar e confundir tudo, e para dar forma a cada nova interpretação ou base).
Precisamos de um eixo central: o entendimento aprofundado e prático de Democracia.
Dele, queiramos: diversos muros divisores, não para separar, confundir, destruir, mas para manter intactos e válidos, úteis e ativos uma profusão de oportunidades de escolha.
Não defendo com isso uma miríade de partidos e mais partidos. Podem ser poucos os partidos, desde que a variância interna, e as possibilidades de concretização externa do Poder, possa trazer, além de novas alternativas, transparência e "poder de fato" por parte da população civil e seus inúmeros grupos lícitos. Afinal, não iríamos querer uma multiplicidade de candidatos e opções que, ao assumir o Poder, "mudassem de ideia" alegando necessidade de manter o controle quase absoluto de seus interesses por parte de outros setores desse mesmo Poder.
Que 2014 não venha rápido - que demore.
Autor: João Batista Firmino Júnior.
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